quarta-feira, 27 de maio de 2009

Sta- Eulália,  Albufeira
16.07.08

JM

quarta-feira, 20 de maio de 2009


Praia! 
Saudades? Alguém?!

JM

terça-feira, 19 de maio de 2009


Diário Gráfico [verão2008]
A sensação que estes desenhos me transmitem é impressionante.
Revê-los permite-me quase que voltar atrás no tempo, permite-me voltar a sentir o ambiente presente na altura em que eles foram feitos, relembrando também a situação em que foram desenhados. É toda uma sinestesia que transpõe simples linhas (para muitos) num cenário nostálgico.
Ou não fossem estes dois exemplos figurantes de um diário gráfico.

JM
Para quem gosta de letras letras letras letras letras letras letras letras letras letras letras letras letras letras letras letras letras letras letras letras letras letras letras letras letras!

JM

domingo, 10 de maio de 2009



Diário Gráfico.
JM

sábado, 4 de abril de 2009

The Nature Is Amazing



















A linha e a cor são dois amigos.
A linha explica o mundo.

A cor faz com que olhem para esse mundo.
A linha serve perfeitamente para transmitir uma mensagem, no entanto pode é não chegar para que essa mensagem seja vista.


E é aí que entra a amiga cor.

Vende-se.

sexta-feira, 27 de março de 2009



















Nem todas as noites correm bem, obviamente. Tal como aconteceu na noite que passou, já tinha aquilo a que poderia chamar de "matéria prima" para fazer o trabalho para o concurso, no entanto isso não chegou. É frustrante, claro, porém não basta ter a ideia consolidada juntamente com o material necessário, porque faltando o "click" tudo isso não é mais do que simples potencial que se fica apenas pelo mundo das ideias. O que é facto, e é por isto que tou com este "blablabla whiskas saquetas", é que a imagem aqui postada foi o resultado dessa noite, foi a melhor maneira que eu tive para desabafar e para descomprimir da frustração que eu estava a sentir. Fiquei orgulhoso do resultado, porque numa noite onde tudo está feito para resultar e nada resulta, é sempre reconfortante criar uma pequena almofada que nos vai levar para a cama mais descansados, ou não. A verdade é que só mesmo neste momento é que começo a perceber que aquilo não foi o maior desastre de todo o "çempre".
Abraço,

João Miranda